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domingo, 21 de março de 2010

Confira Reportagens Especiais sobre TV Digital

Oie! =) Seguem os links c/ as Reportagens da Série especial sobre TV Digital, realizada pela InterTV Cabugi, afiliada Rede Globo no Rio Grande do Norte, em virtude do lançamento das transmissões Digitais em Natal e região Metropolitana no dia 22 de março de 2010. O lançamento do sinal digital no RN é mais uma etapa cumprida nesta fase de implantação da TVD no Brasil, além de significar um marco importante na história da Televisão Potiguar:

1- Breve Histórico da Televisão: do Preto e Branco ao Digital:

2- Sinal Digital trará revolução de som e imagem na sua TV:

3- Mobilidade: A TV Digital no alcance das mãos!

4- Conheça as vantagens da Interatividade na TV Digital:

5- InterTV Cabugi se prepara para a TV Digital:

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

2 anos de TV Digital

por Renato Cruz

A TV digital brasileira completa dois anos na quarta-feira (2/12). Segundo o Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD), foram mais de 2 milhões de receptores vendidos (incluindo televisores, set-top boxes, celulares e conversores para computador). O sinal digital está no ar em 26 cidades brasileiras, à frente do cronograma oficial. A Argentina, o Chile, o Peru e a Venezuela aderiram à tecnologia nipo-brasileira, e o Equador e Cuba avaliam sua adoção. "Vou para Moçambique no domingo (hoje), para apresentar a tecnologia para 250 representantes de vários governos da África", informa Frederico Nogueira, presidente do Fórum do SBTVD.

Tudo isso pode ser visto como indicadores de sucesso, mas ainda existe um grande desafio: fazer com que a TV digital seja entendida pelo consumidor. Os fabricantes empreendem esforços, com demonstrações, treinamento de vendedores e sites especiais, para explicar o que é essa tecnologia. O Fórum do SBTVD, que reúne emissoras, fabricantes e governo, prepara uma campanha de esclarecimento para janeiro.

"O consumidor sabe que a TV digital é melhor que a analógica, mas não sabe direito porque", diz Marcio Portella Daniel, diretor de Eletrônicos de Consumo da Samsung. Desde o começo do mês, a empresa passou a comparar, em algumas lojas e shopping centers, a TV digital à analógica, para que o consumidor possa ver na prática quais são as diferenças. "As vendas têm dobrado nesses lugares", destaca Daniel. Para ler +, clique aqui!


sexta-feira, 27 de novembro de 2009

O jornalismo ambiental e a TVD

O I Simpósio Internacional de Televisão Digital - SIMTVD foi um sucesso!!! O evento aconteceu na Universidade Estadual Paulista - UNESP em Bauru-SP. Foram 3 dias de óootimas discussões! Mto bom ver o quanto a TVD brasileira está motivando debates de alto nível e pesquisas idem... abaixo segue o resumo do artigo que publiquei! =)

O JORNALISMO AMBIENTAL E A TV DIGITAL NO BRASIL: NOVAS PERSPECTIVAS PARA A DIVULGAÇÃO, INTERATIVIDADE E EDUCAÇÃO

Resumo: Por um lado a história do jornalismo ambiental no Brasil é marcada pela luta em prol da defesa do meio ambiente e a divulgação de ações individuais e coletivas importantes para a manutenção do lugar em que vivemos. Por outro a cobertura do meio ambiente está caracterizada pelas denúncias de crimes contra a natureza, em alguns casos praticados por empresas e indústrias, mas ao mesmo tempo praticamente silenciadas pela própria imprensa que - para se manter financeiramente - acaba atendendo outros interesses, sejam eles políticos e/ou econômicos, omitindo informações fundamentais para o conhecimento massivo. Ainda assim, nos dias de hoje é possível visualizar ações jornalísticas eficazes na área ambiental, existem páginas especializadas nos jornais impressos, diversos programas de rádio e TV e sites de notícias voltados para a prática do jornalismo ambiental. Um cenário que vem sendo renovado no Brasil sobretudo diante de acontecimentos que tiraram a ecologia do foco estritamente acadêmico e científico. Para este artigo, leva-se em consideração três aspectos essenciais: 01. A realização de encontros mundiais que tornaram as questões ambientais temas de discussões públicas, como a Conferência de Meio Ambiente da ONU, em 1972, em Estocolmo (Suécia) e a Conferência sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (ECO-92), ocorrida no Rio de Janeiro em 1992; 02. A assinatura de tratados para o combate ao aquecimento global, através da redução da emissão de gases tóxicos na atmosfera, com destaque para o Protocolo de Kyoto; e 03. A publicação dos resultados alarmantes de pesquisas científicas que atestam alterações graves nos mais variados ecossistemas do planeta, como os relatórios do Painel Intergovernamental de Estudos sobre Mudanças Climáticas (IPCC) e o Relatório Stern, encomendado pelo governo britânico ao economista Nicholas Stern (2006) que mostra os efeitos das mudanças climáticas na economia global. Diante deste cenário e observando as características que marcam o telejornalismo ambiental brasileiro e sua importância no contexto da educação ambiental, o artigo apresenta uma proposta de reflexão sobre as novas possibilidades de comunicação que serão disponibilizadas pelo Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre (SBTVD-T), em processo de implantação no país desde dezembro de 2007.

Palavras-Chave: Jornalismo Ambiental. TV Digital. SBTVD-T. Meio Ambiente. Telejornalismo. Educação Ambiental.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

TV Paga e Interatividade

Oie! O mês de novembro foi bemm especial para o mestrado, mtos trabalhos publicados e a sensação de alegria por perceber que todas as metas estabelecidas no início deste ano foram cumpridas e até ultrapassadas. Neste post segue o resumo do artigo científico publicado no LECOTEC - 2009, evento que aconteceu entre os dias 11 e 13 de novembro em Bauru, SP. Até breve! =)


TV PAGA E INTERATIVIDADE: ESTUDO DE CASO DO CANAL GLOBO NEWS


Resumo: Um dos benefícios mais valorizados e aguardados da televisão digital é a aplicação da interatividade, algo que requer pesquisas, adaptação do mercado e aceitação dos telespectadores. No Brasil, que se encontra em processo de implantação do sistema de TV digital, os assinantes de televisão paga tem a disposição serviços considerados interativos, como o acesso ao guia de programação, aos filmes disponibilizados em pay-per-view, além de informações extras, desde sinopses de programas, horóscopo, previsões climáticas e até notícias jornalísticas. Sobre este último, temos como exemplo, a interatividade disponibilizada através do canal de notícias Globo News, em que o telespectador tem acesso a dados divulgados pela emissora, pode navegar na própria tela em páginas de editorias especificadas, enquanto - ao mesmo tempo - confere as notícias transmitidas pela TV. Este artigo focaliza as características da televisão paga no Brasil e o telejornalismo em canal segmentado. Para isso, foi delimitado como objeto de estudo o canal por assinatura Globo News, emissora pertencente a Rede Globo de televisão, a primeira lançada no Brasil cujo conteúdo jornalístico e exibido 24 horas por dia. Soma-se ao estudo teórico um relato descritivo aplicado ao canal, em data escolhida aleatoriamente, como fonte para observação da interatividade, com ênfase no conteúdo disponível através do botão “I” (interatividade), tendo como suporte e disponibilizado pela Globo News, através da operadora brasileira Sky.

Palavras-chave: TV Paga, TV Digital, Interatividade, Telejornalismo, Globo News

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Análise de telejornais da TV aberta brasileira


Nesta quarta-feira, 11/11, estarei apresentando o artigo "A Meteorologia nos Telejornais da TV Aberta Brasileira: Uma Análise do Conteúdo do Jornal Nacional, Jornal da Record e Jornal da Band" no II Seminário LECOTEC de Comunicação e Ciência - LECOMCIÊNCIA - 2009, que acontece na UNESP, em Bauru, SP. Este trabalho faz parte da minha pesquisa de mestrado. Aqui vc pode saber um pouquinho sobre o artigo através do resumo, que foi publicado no livro Caderno de Resumos do LECOMCIÊNCIA.

A Meteorologia nos Telejornais da TV Aberta Brasileira: Uma Análise do Conteúdo do Jornal Nacional, Jornal da Record e Jornal da Band

RESUMO: Desde os primórdios do telejornalismo as notícias sobre o tempo ocupam espaços consideráveis nas edições dos telejornais, herança da cobertura da meteorologia praticada pelos jornais impressos e pela rádio. Na TV, sobretudo nos programas do gênero telejornal, as informações sobre a meteorologia ganharam um quadro específico, a ‘previsão do tempo’, responsável pela divulgação sobre como está e como vai ficar o clima e as temperaturas mínimas e máximas, em âmbito local, estadual e/ou nacional. Nos últimos anos, com o aumento das ocorrências de desastres ambientais causados por variações climáticas no Brasil e no exterior, somado à divulgação de relatórios e pesquisas científicas (como exemplos: o ‘Relatório Stern’ e as pesquisas do IPCC – Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas) que atestam as mudanças no clima causadas, entre outros motivos, pela ação do homem, através do aumento da emissão de gases tóxicos na atmosfera (o que gera o efeito estufa e amplia o aquecimento global), tem-se destinado tempos consideráveis nos telejornais à cobertura climática, denotando uma ampliação do tradicional quadro da previsão. Para investigar de que forma este fenômeno vem ocorrendo e como esta temática do jornalismo ambiental é trabalhada no telejornalismo brasileiro, este artigo científico apresenta uma pesquisa empírica realizada na primeira semana do inverno em 2009 e cuja análise se fundamenta no conteúdo apresentado por três telejornais noturnos da TV aberta, escolhidos segundo maior audiência e por serem os principais programas telejornalísticos em suas respectivas emissoras, são eles: Jornal Nacional (Rede Globo), Jornal da Record (Rede Record) e o Jornal da Band (Rede Bandeirantes).

Palavras-chave: Meteorologia, Previsão do Tempo, TV aberta, Telejornal, Telejornalismo



quinta-feira, 29 de outubro de 2009

I SIMTVD está chegando!!




Contagem regressiva para a realização do I Simpósio Internacional de Televisão Digital, o I SIMTVD, entre os dias 18 e 20 de novembro na UNESP - Bauru, Sp. Como integrante da Comissão Científica do evento, estou torcendo para que tudo ocorra bem e que o simpósio seja um sucesso.

Será um evento muito importante para a discussão a cerca dos estudos sobre TV Digital no Brasil e no mundo, bem como servirá como vitrine para a apresentação e debate das pesquisas em andamento sobre TVD em universidades e laboratórios, sobretudo no Brasil.

O I SIMTVD tem o objetivo de discutir a tecnologia digital, em especial, a televisão, além de sensibilizar e estimular pesquisadores, alunos, professores e profissionais para as novas tecnologias que vão mudar o jeito de ver tv nos próximos anos.

Conheça a Programação:

18/11/09 - 20h: Conferência de abertura: "Panorama da Televisão Digital no Brasil: perspectivas e embates”
A conferência será ministrada por Euzébio Tresse, consultor do Fórum do Sistema Brasileiro de Televisão Digital (SBTVD) e da Sociedade Brasileira de Engenharia de TV (SET).

19/11/09 – 14h: Mesa 02: Tecnologias educacionais para a Televisão Digital
A mesa será composta por Fernando Spanhol, Maria Teresa Quiroz, Márcio Pereira e Érico da Silveira. Spanhol é diretor da Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED), Maria Teresa Quiroz é professora e diretora da Faculdade de Comunicação da Universidade de Lima (Peru), Márcio Pereira é gerente de tecnologia do Canal Futura e Érico da Silveira é diretor do canal TV ESCOLA do Ministério da Educação.

19/11/09 – 20h30: Mesa 03: Padrão do Sistema Digital Brasileiro: convergência, interatividade em multiplataformas
A mesa será formada por Luis Valle, Guido Lemos, Fernando Bittencourt e José Salustiano Fagundes. Fernando Bittencourt é diretor de tecnologia da TV Globo, Guido Lemos atuou no desenvolvimento do middleware Ginga, adotado pelo Sistema Brasileiro de Televisão Digital e é membro do Conselho Deliberativo do Fórum do Sistema Brasileiro de Televisão Digital, Luis Valle é coordenador do curso de Pós-Graduação em Televisão Digital da Universidade de Palermo, na Argentina, e José Salustiano Fagundes é Diretor da HIRIX Engenharia de Software e CEO da HXD Interactive Television.

20/11/09 – O último dia do evento contará com apresentação de trabalhos, mesas temáticas e oficinas.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Artigos concluídos = Alegria!


Oi! No último domingo conclui mais um artigo científico integrante desta árdua jornada de mestranda. A finalização de mais um trabalho resultante de tantas leituras e pesquisas é motivo de muita alegria e incentivo para a próxima etapa, o próximo artigo... Aos poucos tenho me acostumado de uma forma muito positiva à esta nova vida de pesquisadora, em nada menos puxada do que o ritmo que eu levava trabalhando como jornalista em emissora de TV!

São atividades distintas que necessitam de habilidades únicas. Entretanto é incrível perceber em cada dia de pesquisadora, o quanto a experiência anterior como repórter, editora e apresentadora me auxiliam na lida com as especificidades do Mestrado, na busca pela reflexão e fixação dos conhecimentos através dos instrumentos metodológicos. Como pesquisadora de televisão, ainda estou começando, mas já prevejo uma vontade enorme de contribuir para a reflexão a cerca deste veículo que faz parte do cotidiano brasileiro e que levanta tantos questionamentos, tantas idéias...

Abaixo, segue a listagem dos títulos dos artigos científicos assinados por mim neste segundo semestre de 2009. Publico no intuído de divulgar a produção, mas principalmente incentivar os amigos pesquisadores e estudantes que visitam este espaço, para também publicarem seus trabalhos, nos espaços democráticos dos blogs. Assim, podemos trocar informações e contribuir, ainda que num trabalho de 'formiguinha', para dar evidência ao campo de pesquisa em TV ainda relativamente embaçado no Brasil:

ARTIGOS - 2009

1. NO AR A METEOROLOGIA ALÉM DA PREVISÃO DO TEMPO: UM BREVE HISTÓRICO DAS NOTÍCIAS CLIMÁTICAS NO TELEJORNALISMO E PERSPECTIVAS COM A TV DIGITAL NO BRASIL (Apresentado no Encontro Nacional de História da Mídia, em Agosto, Fortaleza-CE.)

2. A FORMAÇÃO DO PROFISSIONAL DE TV: UM BREVE PANORAMA DO ENSINO DE TELEJORNALISMO NO RIO GRANDE DO NORTE (Trabalho realizado para a Intercom, em virtude da participação no III Seminário Temático Globo-Intercom em Julho, RJ.)

3. TV PAGA E INTERATIVIDADE: ESTUDO DE CASO DO CANAL GLOBO NEWS (Para apresentação no LECOTEC 2009, SP.)

4. A METEOROLOGIA NOS TELEJORNAIS DA TV ABERTA BRASILEIRA: UMA ANÁLISE DO CONTEÚDO DO JORNAL NACIONAL, JORNAL DA RECORD E JORNAL DA BAND (Para apresentação no LECOMCIÊNCIA 2009, SP.)

5. O JORNALISMO AMBIENTAL E A TV DIGITAL NO BRASIL: NOVAS PERSPECTIVAS PARA A DIVULGAÇÃO, INTERATIVIDADE E EDUCAÇÃO (Para apresentação no I SIMTVD - Simpósio Internacional de Televisão Digital, SP.)

É isso aí... muito trabalho pela frente!!! Garra, iniciativa e perseverança sempre!!!

Até breve!!! =)

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

TV Digital tem tudo p/ emplacar nas TVs públicas

Hello Folks! =]
Dois dias em João Pessoa (PB) foram sensacionais!
Dias de muito aprendizado e reflexão! Participei do I Fórum Paraibano de TVs Públicas na Era Digital! O evento foi mto bem organizado, e aqui parabenizo minha amiga de Mestrado Madrilena Feitosa e a Profa Sandra Moura, responsáveis pela coordenação geral do Fórum. Bom, tenho muuuuuitas coisas para contar e opinar, mas vou escrevendo aqui aos poucos já que outras atividades desta pesquisadora andam me chamando...

Interessante perceber o quanto as emissoras públicas sejam elas Universitárias, Comunitárias, Legislativas e as Educativas estão cada vez + dispostas a dialogar em busca da construção de uma Rede de Televisão que possa oferecer diversidade cultural através de uma programação que valorize a cidadania brasileira. O compartilhamento de conteúdos foi um dos temas fortes do evento! Impressionante como os recursos da TVD poderão fazer a diferença nos canais públicos. As possibilidades com a implantação da interatividade foram bastante discutidas, ainda mais com o Ginga pertinho de ser liberado, já com previsão p/ 2010!

Assistimos exemplos da interatividade utilizada na BBC de Londres e em emissoras americanas e francesas, um verdadeiro banho de motivação para os estudantes, pesquisadores, professores e representantes de emissoras públicas do Nordeste que encheram o auditório na UFPB. Daqui do RN, participaram representantes da TV Universitária da UFRN, álias, a fala da Superintendente de Comunicação da UFRN, Profa Josimey Costa, foi interessante, ela levantou questões importantes e que merecem um novo post.

Não posso deixar de elogiar e me orgulhar por perceber que as emissoras públicas da Região Nordeste me parecem estar a frente no Brasil da discussão sobre os impactos da Televisão Digital e o debate sobre o intercâmbio de conteúdos midiáticos, temas que merecem aprofundamento e mto mto trabalho, pesquisa e inovação! Percebo que haverá transformações significantes na Televisão pública brasileira e no mercado de trabalho!

Fora isso, foi maravilhoso revisitar João Pessoa, ainda que numa passagem tão breve... o sol brilhou radiante e a caminhada na orla de Tambaú foi revigorante! Se vc for a João Pessoa não deixe de dar uma passadinha por lá...a avenida Cabo Branco fica fechada para os praticantes de esportes das 6 às 8 da matina, uma maravilha!!!

Have a nice day! =]

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Fórum: TVs públicas na era digital

Evento vai mostrar aplicações interativas para TV digital

A tecnologia pode mudar o Natal de alguns brasileiros. É que até dezembro deve estar disponível no mercado um conversor para TV digital que já vem com o software Ginga. É ele que permite a interatividade. Na prática, além da imagem, som, áudio e sinal com mais qualidade o consumidor também vai poder acessar (com o controle remoto) conteúdo opcional ou complementar, enquanto acompanha o programa preferido.

Esse avanço tecnológico será apresentado aos participantes do “I Fórum Paraibano de TVs Públicas na era Digital”, que vai ser realizado nos dias 13 e 14 deste mês, no auditório da Reitoria da UFPB, campus I, em João Pessoa. Durante a oficina “Aplicações interativas para a TV digital” ,que vai ser ministrada pelo pesquisador Raoni Kulesza, dia 14 de outubro, às 14h, o público do evento vai conhecer mais sobre essa tecnologia e também interagir com as aplicações, desenvolvidas pela equipe do Lavid/UFPB.

Antes de definir o seu padrão de TV Digital, o Brasil percorreu um longo caminho. Segundo Raoni, que integra a equipe do Lavid/UFPB, o assunto é estudado há mais de 20 anos e a discussão para implantação do sistema no país começou em 2003. Durante oito meses o governo federal fez uma consulta pública para a escolha do padrão de TV digital que melhor se adequava aos interesses nacionais. Foram analisados os modelos europeu (DVB), o americano(ATSC) e o japonês (ISDB). O Brasil optou pelo sistema japonês, que foi adaptado e recebeu muitas inovações, dentre elas a principal, que é o middleware Ginga.

Ginga é a camada de software intermediário, ou middleware, que permite o desenvolvimento de aplicações interativas para a TV Digital de forma independente da plataforma de hardware dos fabricantes de terminais de acesso, as chamadas caixas conversoras de sinal (set-top boxes). O Ginga é o resultado de anos de pesquisas, lideradas pela Puc-Rio, em parceria com o Lavid/UFPB, e reúne um conjunto de tecnologias e inovações brasileiras que o tornam a especificação de middleware mais avançada e, ao mesmo tempo, mais adequada à realidade do país.site: www.ginga.org.br

Interatividade

A TV Digital foi implantada no Brasil no dia 02 de dezembro de 2007. A primeira cidade a ter o serviço foi São Paulo. Hoje, ele existe em quase todas as capitais brasileiras. As pesquisas para criar o Ginga foram coordenadas pelo Lavid/UFPB e pela Puc/RJ. Mesmo com o software desenvolvido, ele não chegou ao mercado na época por causa dos royalties. Houve uma nova negociação entre empresas, governo e os pesquisadores e desde julho ele foi liberado.

Para chegar ao nível de interatividade criada pelos pesquisadores, é preciso investimento. O telespectador só vai acessar conteúdos complementares, interagindo mais com a programação, se as emissoras estiverem interessadas no serviço. Além de ter a tecnologia digital, a empresa precisa dispor de um software para executar o serviço. Ele custa pelo menos R$ 50 mil. Ainda é necessário desenvolver as aplicações desejadas. Isso requer mais investimentos. No país existem pelo menos 10 empresas que fazem esse serviço. Quatro delas estão na Paraíba.

* Fonte: UFPB

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

TV Digital brasileira é referência mundial

TV digital nipo-brasileira agora é oficialmente referência mundial

Padrão já adotado pelo Peru, Argentina, Chile e Venezuela é reconhecido por braço da ONU regulador de telecomunicações, que passa a recomendar as normas brasileiras de radiodifusão digital


O Brasil que deixa de ser o “país do futuro” para se tornar o “país do presente”, não está apenas em conquistas como as Olimpíadas e o pré-sal. O empenho e a dedicação da engenharia e da academia brasileiras - hoje congregadas no Módulo Técnico do Fórum SBTVD - em prol melhor do padrão de TV digital, acaba de receber o aval da União Internacional de Telecomunicações–UIT (órgão de padronização e regulamentação em telecomunicações ligado à ONU).

“Trata-se de um reconhecimento que traz ganhos imensos para o país”, explica Frederico Nogueira, presidente do Fórum SBTVD. “A partir de agora, nos tornamos oficialmente exportadores de tecnologia de TV digital com o mesmo status dos EUA e Europa. Qualquer continente que queira produzir baseado em nosso padrão, terá acesso às normas, com a recomendação de um órgão de expressividade global”, explica.

Após a aprovação de todos os países membros, as normas da ABNT foram publicadas no portal da UIT (http://www.itu.int), traduzidas nas línguas oficiais do órgão (inglês, árabe, chinês, espanhol, francês e russo). Na Recomendação UIT-R BT.1699, passaram a ser encontrados aspectos técnicos do Ginga-NCL - que compõe o padrão de middleware adotado no Brasil. E na Recomendação UIT-R BT.1306, estão as inovações apresentadas pelo Brasil ao sistema ISDB-T, contidas nas Normas brasileiras.

Por intermédio de um acordo firmado entre Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e a UIT, a entidade brasileira e o processo de padronização adotado na TV digital passam a ter para a UIT o mesmo status dos equivalentes editados por entidades como o Instituto Europeu de Normalização das Telecomunicações (ETSI).

As novas conquistas deram seguimento à Norma Ginga NCL-LUA (ITU-T H.761) que, em maio, se tornou padrão para toda e qualquer comunicação digital sobre IP, recomendada pelo mesmo órgão.

“Acabamos de abrir para o mundo a única tecnologia de televisão capaz de oferecer ao mesmo tempo qualidade perfeita de imagens e sons, mobilidade, portabilidade e uma interatividade flexível e livre de royalties, que favorece o desenvolvimento de uma enorme gama de aplicativos, sejam eles comerciais, lúdicos, informativos, ou para ampliação da cidadania e inclusão social”, finaliza Ana Eliza Faria e Silva, coordenadora do Módulo Técnico do Fórum SBTVD.

* Fonte: Fórum SBTVD

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Interatividade chega à TV digital



Emissoras se convencem de que a ideia é boa e fabricantes já têm equipamentos prontos





O software de interatividade Ginga é a única tecnologia genuinamente nacional da TV digital nipo-brasileira, que estreou no País em 2 de dezembro de 2007. Até agora, não está disponível comercialmente. Mas, depois de meses e meses de resistência e contratempos, está finalmente pronto, com a norma publicada, os produtos desenvolvidos e a adesão dos radiodifusores, que começaram a ver no Ginga uma maneira de aumentar a receita e de enfrentar a concorrência dos serviços interativos, como a internet.



"Consideramos a interatividade como um conteúdo que será tão importante em alguns anos como o vídeo o e o áudio são hoje para nossos telespectadores" , afirmou Raymundo Barros, diretor de Engenharia da TV Globo São Paulo.
"Entendemos a interatividade com uma excelente ferramenta para aumentar a atratividade de nossos conteúdos."

Pouca gente viu (já que os equipamentos com o Ginga completo ainda não estão no mercado), mas as grandes redes já têm interatividade no ar.

A Rede Globo, por exemplo, transmite uma aplicação que acompanha a novela "Caminho das Índias", que traz informações que são como extras de DVD. 

"Temos cinco redes e pelo menos cinco empresas de software que já desenvolvem aplicações interativas" , afirmou Frederico Nogueira, presidente do Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD), que reúne emissoras, indústria e governo. "Em setembro, deve chegar ao mercado o primeiro televisor com receptor embutido e o Ginga."



A especificação técnica do Ginga foi finalizada em abril. A publicação da norma demorou bastante porque, entre outros problemas, os pesquisadores brasileiros descobriram que a primeira versão do software exigia o pagamento de royalties internacionais pouco antes do lançamento da TV digital no Brasil, há quase dois anos. As emissoras testam conversores com o Ginga completo de fabricantes como LG, Tecsys e Visiontec. A interatividade deve ser a principal atração do evento SET Broadcast & Cable 2009, que começa amanhã em São Paulo [evento realizado no fim de agosto].



Vinte e duas cidades brasileiras já têm transmissões de TV digital, o que equivale a uma população de 57 milhões de pessoas. Segundo as estimativas do fórum, foram vendidos cerca de 1,6 milhão de receptores de TV digital, o que inclui conversores, televisores com receptor integrado, televisores portáteis, receptores para computador e celulares com recepção digital.

Apesar de o fórum não divulgar dados separados por tipo de equipamento, a mobilidade foi, até agora, o principal atrativo da TV digital brasileira, com uma procura maior de celulares e receptores para computador do que de conversores.

Cresce o número de modelos de aparelhos de TV com receptor embutido, o que deve acelerar a adoção.

"Esperamos que, em 2010, sejam vendidos 1 milhão de TVs e conversores com interatividade" , afirmou David Britto, diretor técnico da TQTVD, empresa especializada em software para TV digital. Esses equipamentos podem ser ligados em redes de banda larga ou modems de celular de terceira geração (3G), permitindo que o espectador envie informações para a emissora. "A aplicação do ?Caminho das Índias? já tem uma enquete.

"

Quando a TV digital foi lançada no País, o principal atrativo era a alta definição, que oferece uma qualidade de imagem maior do que a analógica, adequada para os televisores de tela grande de LCD ou plasma. Acontece que esse tipo de aparelho ainda é inacessível para a maior parte da população, que não viu vantagem na adoção da tecnologia.

A ênfase na alta definição foi uma opção dos radiodifusores, pois, entre as características da TV digital, era a que trazia potencial de mudança no mercado. Logo eles perceberam, no entanto, que a alta definição exige um investimento que não se traduz em aumento de receita publicitária.

"A alta definição não traz essa oportunidade" , reconheceu Nogueira, do Fórum SBTVD.

A mobilidade, com a recepção de TV digital aberta nos celulares, foi enxergada como uma vantagem pelos consumidores. Apesar de ainda essa audiência não ser medida, também representa um potencial de ampliar o faturamento, pois pode trazer para a televisão espectadores que estão fora de casa.

A interatividade também tem potencial de aumentar receita, com serviços como comércio eletrônico via televisão e publicidade diferenciada. 


* Matéria publicada no Estadão em 26 de agosto de 2009 - Assinada por Renato Cruz*

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

LECOTEC e LECOMCIÊNCIA = + 2 motivos p/ pesquisa

Hoje recebi duas notícias bem especiais!

Dois resumos de trabalhos enviados para seleção em eventos científicos que acontecerão em Sampa no mês de novembro foram aprovados para apresentação oral. Motivos de comemoração para esta Mestranda que vem se dedicando exclusivamente às leituras e às letras.

O artigo "A METEOROLOGIA NOS TELEJORNAIS DA TV ABERTA BRASILEIRA: UMA ANÁLISE DO CONTEÚDO DO JORNAL NACIONAL, JORNAL DA RECORD E JORNAL DA BAND" foi aprovado para o II Seminário Lecotec de Comunicação e Ciência - LECOMCIÊNCIA 2009, que ocorrerá nos dias 09, 10 e 11 de novembro na UNESP em Bauru, SP.

Já o artigo "TV PAGA E INTERATIVIDADE: ESTUDO DE CASO DO CANAL GLOBO NEWS" foi aprovado para apresentação no II Simpósio de Comunicação, Tecnologia e Educação Cidadã - LECOTEC 2009 que será realizado entre os dias 11 e 13.

Agora é trabalhar o desenvolvimento e finalização desses trabalhos, pois o prazo para entrega é 04 de outubro, o que numa lógica acadêmica está muito próximo.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Trabalhos científicos: em busca de uma metodologia

Encontrar um ritmo de leitura agradável e de produção de texto eficaz são tarefas constantes para quem cursa um mestrado. Não é fácil! Eu que sempre fui do mercado sei bem o tamanho desses desafios. Estou acostumada com muitos trabalhos, reportagens, textos curtos, pesquisas efêmeras e tomadas de decisões rápidas ao longo do dia.

Depois que deixei o trabalho na TV e tenho me dedicado exclusivamente aos estudos, outras habilidades foram colocadas a prova, como passar horas pesquisando um determinado assunto, longos períodos de leituras em português e em outras línguas, interpretação dos dados históricos, observação da atualidade, prática da escrita em padrões acadêmicos.

Percebo que mesmo seguindo parâmetros metodológicos importantes para a padronização das pesquisas científicas, nós pesquisadores da comunicação precisamos sempre buscar estratégias próprias para lidar com a informação e transmiti-la da melhor forma possível e assim cumprir o papel de contribuir para as analises e geração de conhecimentos sobre a comunicação, e no meu caso, sobre o Jornalismo e a TV Digital.

Nesta quinta-feira finalizei o artigo científico "No ar a meteorologia além da previsão do tempo: um breve histórico das notícias climáticas no telejornalismo e perspectivas com a TV digital no Brasil". Motivo de muita alegria! Este trabalho começou a ser feito no início de 2009, outros compromissos e atividades do mestrado acabaram adiando a sua conclusão. O trabalho será apresentado no VII Congresso Nacional de História da Mídia, que acontece agora em Agosto, na cidade de Fortaleza.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

VII Congresso Nacional de História da Mídia

Há duas semanas tenho me dedicado a elaboração do artigo científico "No ar, a meteorologia além da previsão do tempo:
um breve histórico das notícias climáticas no telejornalismo e perspectivas com a TV digital no Brasil"
. O motivo é que seu resumo foi selecionado para apresentação no VII Congresso Nacional de História da Mídia que será realizado entre os dias 19 e 21 de agosto de 2009 em Fortaleza- Ceará. Vai ser muito bom voltar a Fortaleza, onde iniciei naquele reveillon maravilhoso! Bom, tenho até o dia 30 de julho para enviar o trabalho completo. Apesar de ainda faltar muita coisa, espero concluir bem antes do prazo! Este trabalho é integrante do projeto de pesquisa e desenvolvimento de produto que estou realizando no Mestrado em Televisão Digital pela UNESP, em Bauru, SP.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Chamada de Trabalhos para o 1º Simpósio Internacional de TV Digital

Com o objetivo de discutir a tecnologia digital, em especial, a televisão, além de sensibilizar e estimular pesquisadores, alunos, professores e profissionais, será realizado o 1º Simpósio Internacional de Televisão Digital. O evento é uma realização do Mestrado em Televisão Digital, UNESP, e será realizado em Bauru, estado de São Paulo, nos dias 18, 19 e 20 de novembro.

Tem a finalidade de discutir e analisar o potencial econômico, social e cultural da produção de conteúdos para plataformas digitais, promovendo a interação entre a academia, produtores de conteúdo e empresas tecnológicas, como espaço de desenvolvimento sustentável. É objetivo perceber os impactos desse conteúdo para as práticas de ensino a distância. (com informações do site do evento)

Hélio Costa quer unificar América Latina com ISDB-T

O ministro das Comunicações, Hélio Costa, reforçou na quarta-feira, 17/06, a intenção de levar o sistema nipo-brasileiro de TV digital para os países da América do Sul. "Nós nos sentimos na obrigação de compartilhar com os países da América do Sul. Quero lançar um sistema Bolivariano de televisão digital", disse o ministro na Embaixada do Japão, em Brasília, onde ocorreu uma demonstração da tecnologia japonesa ISDB-T (Integrated Systems Digital Broadcasting Terrestrial), adaptada ao SBTVD (Sistema Brasileiro de Televisão Digital), a embaixadores de países da América do Sul.

Na embaixada, aparelhos das marcas Panasonic, Sony, Semp Toshiba, Sharp e Primotech21 exibiram a programação digital de emissoras brasileiras em LCD, plasma, telefones celulares de última geração e computadores. O Embaixador do Japão no Brasil, Ken Shimanouchi, disse que o Brasil está investindo no setor de eletroeletrônicos e é o objetivo do Japão estar cooperando. "Temos grande expectativa que a América Latina se unifique com o ISDB-T", disse ele.

Recentemente, o Peru anunciou que vai adotar o ISDB-T e as negociações com a Argentina e o Chile estão bastante avançadas, segundo Hélio Costa. O ministro disse ainda que o objetivo do sistema nipo-brasileiro é atender à comunidade sul-americana e permitir que os países se entendam mutuamente. "Imagine o que podemos fazer nas fronteiras, porque o sistema é disparado o melhor do mundo", completou.

No início de julho, Hélio Costa reúne-se com o Ministro de Transportes e Comunicações do Peru, Enrique Cornejo, em Brasília para tratar de TV digital. O Peru, vale lembrar, já optou pelo padrão nipo-brasileiro. Recentemente, um comitiva de radiodifusores daquele país veio ao Brasil acompanhar o processo de transição para TV digital. Da Redação

sábado, 6 de junho de 2009

Semaninha + que especial!!!

Esta semana foi particularmente especial! Na terça-feira recebi uma ótima notícia: fui selecionada para participar como Pesquisadora convidada do III Seminário Temático Globo / Intercom que será realizado de 01 a 03 de julho no Rio de Janeiro, o que vai proporcionar a chance de realizar entrevistas para o meu projeto de pesquisa, já que a Rede Globo é um dos meus objetos de estudo, bem como o planejamento e escrita de um artigo científico com o tema 'Telejornalismo no Brasil'.

Na UNESP - Bauru, os estudos fervilharam com a realização do Colóquio em Televisão Digital dias 03, 04 e 05. Pesquisadores de referência internacional e profissionais que atuam no mercado televisivo discutiram sobre a realidade atual da tv brasileira, bem como as expectativas e perspectivas para a tv digital no Brasil. Atuar na Comissão Operacional do evento foi uma experiência a parte!

E neste sábado participei do curso de telejornalismo da Casa Midiática aqui em Bauru. No sabado passado houve palestra e prática sobre apresentação de telejornal com o Jornalista Giuliano Tamura, apresentador da TV Tem- Globo/Bauru e repórter de rede da Globo. Hoje foi a vez da palestra do Jornalista Luiz Malavolta, Chefe de Produção do Jornal da Record - SP. Foi muito bom ouvir experiências de quem ja atua no telejornalismo há vários anos!

Foram tantas novas e boas informações e conhecimentos nesta semana que vou divulgando detalhes nos próximos posts! Até Breve! :)

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Conexão Brasil-Las Vegas

Estive em São Paulo nesta quinta-feira, 28 de maio, participando da 6ª Edição do Encontro Conexão Brasil-Las Vegas. O evento realizado pela empresa AD-Digital, aconteceu no auditório da Universidade Anhembi-Morumbi. Através de palestras, foram discutidas as principais novidades da NAB Show 2009 - a maior feira de mídia eletrônica do mundo, que ocorreu nos EUA em Abril.

As informações apresentadas foram bem interessantes, fiz anotações específicas que estarei publicando nos próximos posts. Ao escutar os depoimentos de quem participou do NAB, ficou nítido a ênfase na produção de conteúdos 3D, nova tendência entre os principais fabricantes de equipamentos, além da certeza de que as mudanças do formato analógico para o digital está se tornando uma realidade cada vez mais próxima do mercado brasileiro, não somente para as emissoras de televisão, como também atingindo toda uma cadeia de produção midiática, incluindo produtoras e agências de publicidade. Neste site há algumas informações sobre a participação de brasileiros na NAB Show 2009, este ano o Brasil contou com um pavilhão com 17 empresas expondo seus produtos.

A empresa AD-Digital é especializada na execução de projetos de integração tanto de sistemas como banda base , fornecimento de equipamentos, instalação e treinamento técnico operacional". A AD-Digital é a representante oficial dos principais fornecedores de equipamentos e softwares do mercado: tais como Sony, Apple, Quantum, DataDirect Networks, Building4Media, Tektronix, Marquis, etc.

domingo, 24 de maio de 2009

Exercitando a Academia


Desde que se decide cursar um mestrado, é preciso ter em mente que não basta só estudar, ler e escrever, tem que DI-VUL-GAR. Participar de eventos científicos é um dos caminhos. Além de dividir conhecimentos e dar publicidade ao seu trabalho, ainda é possível ter contato com pesquisadores de várias partes da região em que vc mora, do país e do mundo.

Na quinta-feira (21/05), nosso grupo de trabalho da disciplina Planejamento e Gestão de Conteúdos para TV Digital, do Mestrado em TV Digital da UNESP, ministrada pelo Prof. Antonio Carlos de Jesus, foi a cidade de Marília-SP apresentar o trabalho Papo Assombrado: uma proposta de programa interativo infantil para a TV Digital.

A experiência foi muito válida! Assistimos palestras importantes que relataram a história do CIESPAL - Centro Internacional de Estudios Superiores de Comunicación para América Latina, sobre a importância dessa entidade na formação de jornalistas, assim como sobre Luiz Beltrão, o primeiro Doutor em Comunicação do Brasil, e sua imensa contribuição com a criação da Folkcomunicação e o desenvolvimento do ensino do jornalismo no país. Na fotinha acima: Madrilena, Malu, Thalita, Everton, Willem e euzinha! :)