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sexta-feira, 27 de novembro de 2009

O jornalismo ambiental e a TVD

O I Simpósio Internacional de Televisão Digital - SIMTVD foi um sucesso!!! O evento aconteceu na Universidade Estadual Paulista - UNESP em Bauru-SP. Foram 3 dias de óootimas discussões! Mto bom ver o quanto a TVD brasileira está motivando debates de alto nível e pesquisas idem... abaixo segue o resumo do artigo que publiquei! =)

O JORNALISMO AMBIENTAL E A TV DIGITAL NO BRASIL: NOVAS PERSPECTIVAS PARA A DIVULGAÇÃO, INTERATIVIDADE E EDUCAÇÃO

Resumo: Por um lado a história do jornalismo ambiental no Brasil é marcada pela luta em prol da defesa do meio ambiente e a divulgação de ações individuais e coletivas importantes para a manutenção do lugar em que vivemos. Por outro a cobertura do meio ambiente está caracterizada pelas denúncias de crimes contra a natureza, em alguns casos praticados por empresas e indústrias, mas ao mesmo tempo praticamente silenciadas pela própria imprensa que - para se manter financeiramente - acaba atendendo outros interesses, sejam eles políticos e/ou econômicos, omitindo informações fundamentais para o conhecimento massivo. Ainda assim, nos dias de hoje é possível visualizar ações jornalísticas eficazes na área ambiental, existem páginas especializadas nos jornais impressos, diversos programas de rádio e TV e sites de notícias voltados para a prática do jornalismo ambiental. Um cenário que vem sendo renovado no Brasil sobretudo diante de acontecimentos que tiraram a ecologia do foco estritamente acadêmico e científico. Para este artigo, leva-se em consideração três aspectos essenciais: 01. A realização de encontros mundiais que tornaram as questões ambientais temas de discussões públicas, como a Conferência de Meio Ambiente da ONU, em 1972, em Estocolmo (Suécia) e a Conferência sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (ECO-92), ocorrida no Rio de Janeiro em 1992; 02. A assinatura de tratados para o combate ao aquecimento global, através da redução da emissão de gases tóxicos na atmosfera, com destaque para o Protocolo de Kyoto; e 03. A publicação dos resultados alarmantes de pesquisas científicas que atestam alterações graves nos mais variados ecossistemas do planeta, como os relatórios do Painel Intergovernamental de Estudos sobre Mudanças Climáticas (IPCC) e o Relatório Stern, encomendado pelo governo britânico ao economista Nicholas Stern (2006) que mostra os efeitos das mudanças climáticas na economia global. Diante deste cenário e observando as características que marcam o telejornalismo ambiental brasileiro e sua importância no contexto da educação ambiental, o artigo apresenta uma proposta de reflexão sobre as novas possibilidades de comunicação que serão disponibilizadas pelo Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre (SBTVD-T), em processo de implantação no país desde dezembro de 2007.

Palavras-Chave: Jornalismo Ambiental. TV Digital. SBTVD-T. Meio Ambiente. Telejornalismo. Educação Ambiental.

sábado, 10 de outubro de 2009

TV Brasil segundo a Datafolha


TV Brasil é assistida por 10% dos brasileiros e tem programação aprovada por 80% dos telespectadores

Com menos de dois anos de existência, a TV Brasil já é conhecida por um terço da população brasileira, ou 34%, dos quais 15% já assistiram ao canal e 10% o assistem regulamente. A programação é considerada ótima por 22% dos telespectadores e boa por 58%, totalizando 80% de aprovação. Entre os que costumam assistir a TV Brasil em casa, 42% sintonizam o canal por antena parabólica. Os resultados são de pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisas Datafolha a pedido da Empresa Brasil de Comunicação – EBC.

Foram realizadas 5.192 entrevistas em todo o Brasil, com abordagem pessoal em pontos de fluxo populacional, distribuídas em 146 municípios em todas as regiões, entre brasileiros de todas as classes econômicas, com 16 anos ou mais. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada entre os dias 18 e 22 de agosto de 2009. Antes, portanto, do lançamento da nova programação da emissora, na segunda quinzena de Setembro.

Em consulta espontânea sobre os canais mais frequentemente assistidos, a TV Brasil foi mencionada por 1% dos entrevistados, juntamente com outros canais abertos e fechados menos conhecidos. Na consulta estimulada (pesquisador menciona o nome do canal), 15% dos entrevistados disseram já ter assistido ao canal alguma vez e 10% declararam assisti-lo atualmente.

Aprovação da Programação

Entre os telespectadores que costumam ver a TV Brasil, a programação foi considerada ótima por 22%, boa por 58%, regular por 20% e ruim ou péssima por 1% . A aprovação de 80% (soma de ótimo e bom) corresponde à nota 4, numa escala variável de 1 a 5.

Três programas destacaram-se na preferência destes telespectadores: Programa de Cinema (filmes), com 34% , o telejornal Repórter Brasil-Noite, com 31% e o programa Leda Nagle-Sem Censura, com 26%. São preferidos ainda os Documentários (24%), Repórter Brasil-Manhã (20%), Programas Musicais (19%) e os Programas Infantis (17%). A programação infantil apresenta as maiores medidas de audiência e Share da TV Brasil, segundo medida do IBOPE. A pesquisa Datafolha, entretanto, ouviu brasileiros com 16 anos e mais, o que sem duvida se reflete na avaliação dos programas infantis.

A Força da Parabólica

Entre os 10% de telespectadores que disseram assistir à TV Brasil atualmente, 85% sintonizam o canal em casa. Destes, 42% recebem o sinal através de antena parabólica, 36% através da TV aberta ( antena VHF ou UHF) e 22% através de TV por assinatura. Ou seja, tal a maior audiência da TV Brasil está nas cidades do interior, entre os que vêm TV pela chamada Banda C.

Os que não costumam assistir à TV Brasil apontaram como causa principal as dificuldades de sintonização (42%), seguida do desconhecimento (27%), do desinteresse (23%) e da falta de tempo (19%).

Perfil dos Telespectadores

A maioria dos telespectadores que assistem à TV Brasil, 79%, pertence às classes econômicas B (32%) e C (47%), é do sexo masculino (57%), tem idade média de 39 anos, grau de escolaridade médio (46%), aos quais se somam 17% com nível superior. Este telespectador, em termos de renda e escolaridade, ainda é elitizado em relação à população brasileira.

Mais da metade dos que assistem à TV Pública vive em cidades do interior (58%), onde é forte a penetração da parabólica, e 45% vivem na região Sudeste. A Região Sul apresenta o menor índice de conhecimento sobre a existência da emissora (17%) e nela o hábito de assisti-la é indicativamente menor, de 6%, inferior à média nacional de 10%. O hábito é indicativamente maior nas regiões Norte/Centro-Oeste, onde 12% declaram assistir à TV Brasil regularmente, e é de 11% nas regiões Sudeste e Nordeste.

A diretoria da Empresa Brasil de Comunicação considerou os resultados altamente satisfatórios, considerando-se o fato de a criação da emissora ainda ser recente, o desconhecimento, que ainda é grande, sobre sua existência, e o fato de dispor de apenas quatro canais abertos (Distrito Federal, Rio de Janeiro, São Paulo e Maranhão), o que se agrava com o fato de o canal de São Paulo ser o 69, na banda UHF.

Comentário

A Folha não quis publicar essa notícia, apenas O Globo. Certamente não foi por desconfiança das pesquisas do Datafolha.

* Fonte: Blog do Luis Nassif

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Alberto Dines: E, agora, José?

A festa acabou, a luz apagou, o povo sumiu, a noite esfriou..."

E, agora, João, Antônio, Joaquim, Maria e, agora, Luiz? O imortal poema de Carlos Drummond de Andrade é o mais perfeito lamento do day after, confronto com a realidade, cantochão pós-euforia. Aplica-se perfeitamente ao vazio que se seguiu à vibração da sexta-feira (2/10) quando foi anunciada a escolha do Rio para sediar as Olimpíadas de 2016.

Depois do carnaval em Copenhagen, a ressaca inevitável – trabalho insano, responsabilidades, dificuldades, cobranças, disputas, cobiça, solidão, silêncio. Serão sete longos anos de muito sacrifício. Dois mil, quinhentos e cinqüenta e cinco dias de dedicação integral.

A Cidade Maravilhosa, merecidamente premiada, terá desafios extras: grande parte das obras de infra-estrutura terão que ficar prontas dois anos antes, para a abertura da Copa do Mundo. O Mundial de Futebol não pode ser inaugurado nem centralizado num grande canteiro de obras inconclusas.

Hoje se inicia a contagem regressiva para 2014-16 e, sendo assim, é preciso registrar que o oba-oba da mídia foi desmedido. Impróprio. Evidencia-se, mais uma vez, como na esfera esportiva nossos jornalistas obedecem a códigos especiais e não se avexam em fazer parceria com marqueteiros, publicitários, cartolas e afins. Esqueceram novamente o compromisso de advertir, alertar para os perigos, ligar os alarmes. Preferem jogar para a galeria e as arquibancadas.

Ordem truncada

Dos vinte grandes nomes e "nomões" do nosso jornalismo apenas dois assumiram o seu papel de críticos antes da decisão do COI: Juca Kfouri, da Folha de S.Paulo e rádio CBN e Janio de Freitas, colunista político da Folha de S.Paulo. São de outro planeta? Não. Diferenciam-se porque não esquecem o indispensável dever crítico, têm presente o compromisso de duvidar.

Não há em nossa imprensa quem desconheça o sistema de vasos por onde escoa parte das verbas dos projetos grandiosos nem há quem ignore o pântano sobre o qual está construído o nosso esporte. Mas as coisas no Brasil saem sempre truncadas: os céticos são denunciados como traidores da pátria e os que fazem a festa passam por abnegados heróis.

* Comentário para o programa radiofônico do OI, 5/10/2009
* Fonte: OI

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Revistas e jornais são as principais leituras no Brasil

O perfil do consumidor brasileiro que consume produtos de leituras no país foi traçado pela pesquisa "O Livro no Orçamento Familiar", encomendada por oito entidades ligadas ao mercado editorial. A base do levantamento é a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF 2002-2003), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Com o estudo foi comparada a soma dos gastos das famílias com leitura com outras despesas consideradas não essenciais. Para a aquisição de aparelhos, manutenção, compra ou aluguel de conteúdo de DVD, informática, jogos eletrônicos, som, TV e vídeo (Grupo 1) o valor relativo foi de R$ 19,303 bilhões.

No grupo 2, que abrange a compra e manutenção de aparelhos, assinatura e cartões, os gastos com telefonia celular ficaram na segunda posição com R$ 8,816 bilhões, as despesas com lazer fora de casa (Grupo 3) ficaram em R$ 6,154 bilhões, o valor destinado a produtos de leitura ficou em R$ 5,471 bilhões, considerando o total de gastos com apostilas, bibliotecas, dicionários, fotocópias, jornais, livros didáticos e não-didáticos e revistas.

Cada família gasta anualmente cerca de R$ 42 com revistas, R$ 17 com jornais e R$ 11 com livros não-didáticos. O principal item de leitura para as famílias é a opção que inclui revistas e jornais que representam 37,1% e 15,2% do total de despesas, respectivamente. Mais da metade (52,3%) do valor destinado a leitura. O total gasto com livros didáticos representa 19,6% do total.

Os livros concorrem com as fotócopias, já que seu gasto total é praticamente igual as publicações não-didáticas. Cerca de 10,1% da despesas com material de leitura são de livros não-didáticos. As fotcópias respondem por 9,7%.

A maneira como as famílias consomem os materiais de leitura em seu orçamento foi alterada, desde a 4ª POF, em 2203-2003, já que várias residências contam com acesso à internet e telefone celular. Atualmente, o IBGE realiza a coleta de informações para a 5ª POF (julho 2008-junho 2009), mas ainda não há data de divulgação.

*Redação Adnews*

terça-feira, 25 de agosto de 2009

O meio ambiente em PAUTA

Nesta terça-feira participei da palestra ministrada pela Profa Dra Luciana Miranda Costa na UFRN. A Profa é da UFPA e abordou a temática do jornalismo ambiental a partir do contexto da formação do campo ambiental, a legitimação da importância do meio ambiente pelos orgãos governamentais e instituições, além de exemplos do tratamento midiático sobre o meio ambiente.

Para isso foram apresentados os conceitos de Pierre Bordieu sobre Campo, Habitus e Capital, numa reflexão em termos macro das relações de forças objetivas estabelecidas entre os diversos campos sociais (político, econômico, religioso, etc.) na sociedade, além do impacto de capital social e cultural de cada indivíduo nos processos naturais de intercâmbio de informações, o que no campo ambiental é extremamente relevante para a definição das correntes Preservacionista (proteção das áreas ambientais) e Conservacionista (consumo sustentável).

Outros autores também foram comentados: Manuel Castells, que distingue ecologia de meio ambiente, sendo ecologia o contexto geral e o ambientalismo a prática de ações em prol da natureza. Carlos Diegues, Pádua, Michel de Certeau, Jesús Martín Barbero (e o conceito das "mediações"), entre outros.

A legitimação do campo ambiental, em termos mundiais, ainda é bem recente, tem apenas 50 anos. As evidências de que as ações do homem interferem (negativamente) no meio ambiente começaram a ser discutidas nos anos 60. A Profa também comentou alguns aspectos das Políticas ambientais no Brasil, que só adquirem status constitucionais com a promulgação da Constituição Federal em 1988.

Muito interessante as duas pesquisas apresentadas: A primeira está em detalhes no livro - Comunicação e Meio ambiente: A análise das campanhas de prevenção a incêndios florestais na Amazônia, da Editora Summus e de autoria da Profa Luciana, resultante de seu Doutorado. Entre outros aspectos, o trabalho comprova o quanto as cartilhas elaboradas pelo governo não atingem os objetivos de conscientizar os agricultores a cerca das queimadas realizadas para a renovação da terra. Os agricultores não foram ouvidos e não existe espaços para diálogo.

A segunda pesquisa é um levantamento a cerca da cobertura da imprensa (principais jornais impressos brasileiros e revistas de circulação nacional) sobre meio ambiente ao longo de trinta anos. Quero encontrar mais detalhes sobre esta pesquisa, que mostra efetivamente o quanto a cobertura da imprensa é incompleta e marcada pelo sensacionalismo, por textos em tons alarmistas e notícias parciais.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Trabalhos científicos: em busca de uma metodologia

Encontrar um ritmo de leitura agradável e de produção de texto eficaz são tarefas constantes para quem cursa um mestrado. Não é fácil! Eu que sempre fui do mercado sei bem o tamanho desses desafios. Estou acostumada com muitos trabalhos, reportagens, textos curtos, pesquisas efêmeras e tomadas de decisões rápidas ao longo do dia.

Depois que deixei o trabalho na TV e tenho me dedicado exclusivamente aos estudos, outras habilidades foram colocadas a prova, como passar horas pesquisando um determinado assunto, longos períodos de leituras em português e em outras línguas, interpretação dos dados históricos, observação da atualidade, prática da escrita em padrões acadêmicos.

Percebo que mesmo seguindo parâmetros metodológicos importantes para a padronização das pesquisas científicas, nós pesquisadores da comunicação precisamos sempre buscar estratégias próprias para lidar com a informação e transmiti-la da melhor forma possível e assim cumprir o papel de contribuir para as analises e geração de conhecimentos sobre a comunicação, e no meu caso, sobre o Jornalismo e a TV Digital.

Nesta quinta-feira finalizei o artigo científico "No ar a meteorologia além da previsão do tempo: um breve histórico das notícias climáticas no telejornalismo e perspectivas com a TV digital no Brasil". Motivo de muita alegria! Este trabalho começou a ser feito no início de 2009, outros compromissos e atividades do mestrado acabaram adiando a sua conclusão. O trabalho será apresentado no VII Congresso Nacional de História da Mídia, que acontece agora em Agosto, na cidade de Fortaleza.

sábado, 18 de julho de 2009

Jornalismo: Um serviço à população

"Num discurso em 1999 na Sociedade Americana dos Editores de Jornais, Edward Seaton, presidente da entidade e editor do Manhattan Mercury, do estado de Kansas, aconselhou sobre a melhor maneira de os jornais reconstruírem a confiança e a credibilidade:

Explique-se ....No papel de editores, devemos liderar. Devemos estabelecer nossos valores. Quando dispomos de padrões, temos algo que explicar ao público e nossas equipes alguma coisa a dizer que todo mundo pode ouvir e entender. Devemos fazer muito mais do que temos feito. Devemos fazer muito mais do que temos feito. Devemos dar mais ênfase ao serviço à população, não ao nosso balanço contábil ou à tecnologia".

[Trecho do livro Os Elementos do Jornalismo - Bill Kovach & Tom Rosenstiel - 2004.]

sexta-feira, 17 de julho de 2009

VII Congresso Nacional de História da Mídia

Há duas semanas tenho me dedicado a elaboração do artigo científico "No ar, a meteorologia além da previsão do tempo:
um breve histórico das notícias climáticas no telejornalismo e perspectivas com a TV digital no Brasil"
. O motivo é que seu resumo foi selecionado para apresentação no VII Congresso Nacional de História da Mídia que será realizado entre os dias 19 e 21 de agosto de 2009 em Fortaleza- Ceará. Vai ser muito bom voltar a Fortaleza, onde iniciei naquele reveillon maravilhoso! Bom, tenho até o dia 30 de julho para enviar o trabalho completo. Apesar de ainda faltar muita coisa, espero concluir bem antes do prazo! Este trabalho é integrante do projeto de pesquisa e desenvolvimento de produto que estou realizando no Mestrado em Televisão Digital pela UNESP, em Bauru, SP.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Chamada de Trabalhos para o 1º Simpósio Internacional de TV Digital

Com o objetivo de discutir a tecnologia digital, em especial, a televisão, além de sensibilizar e estimular pesquisadores, alunos, professores e profissionais, será realizado o 1º Simpósio Internacional de Televisão Digital. O evento é uma realização do Mestrado em Televisão Digital, UNESP, e será realizado em Bauru, estado de São Paulo, nos dias 18, 19 e 20 de novembro.

Tem a finalidade de discutir e analisar o potencial econômico, social e cultural da produção de conteúdos para plataformas digitais, promovendo a interação entre a academia, produtores de conteúdo e empresas tecnológicas, como espaço de desenvolvimento sustentável. É objetivo perceber os impactos desse conteúdo para as práticas de ensino a distância. (com informações do site do evento)

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Colóquio Internacional em Marília

Na próxima semana estarei entre os dias 20 e 22 de maio em Marília (SP) para participar do XIII CELACOM- Colóquio Internacional sobre a Escola Latino americana de comunicação.

O tema do evento é: Do Jornalismo à Comunicação: 50 anos de estudos midiáticos na América Latina e está sendo realizado pela
Cátedra UNESCO/UMESP de Comunicação, Faculdade de Comunicação, Educação e Turismo da UNIMAR e Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UNIMAR.

No momento aguardando aprovação de artigo para apresentação num grupo de trabalho do CELACOM. Na torcida!!

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Maximize-se

Eu sou uma telespectadora assumida do BBB! E tenho vários motivos para isso! O formato do programa sempre me chamou a atenção! O 'reality' transforma pessoas comuns em celebridades instantâneas. Mas o mais interessante é acompanhar as mudanças de atitudes e comportamento de quem está na casa. A edição dá um show. Quem gosta, quem acompanha, vive o BBB durante esses três meses. É um incrível fenômeno televisivo!

Esse ano a Globo está rindo a toa! O BBB9 rendeu mto mais do que qualquer outro produto da casa. Todas as provas foram patrocinadas. Mais de 100% de lucro em relação ao ano passado. Li a poucos dias que a Rede estaria lucrando pelo menos 280 milhões de reais. Chega a ser quase o faturamento anual de emissoras concorrentes.

Mas não era bem disso que pensei em escrever hj! Era sobre ter atitude, acreditar em si mesmo! Creio que demonstrar essas características fez mto bem ao Max. Ele ganhou o milhão! No nosso cotidiano jornalístico nem sempre é fácil perseguir os sonhos e ter atitude. Mtas vezes nos esbarramos com obstáculos não difíceis mas bem desafiadores! Os salários baixos e a carga horária estendida são exemplos disso.

Para quem está começando a carreira jornalística, a visão do mercado lotado e cheio de disputas é desanimador! Mas é assim hoje em qualquer área profissional, não só no Jornalismo. Sempre acreditei que o sol brilha para todos e quando vc verdadeiramente tem talento, o universo conspira, as coisas acontecem! A gente tem que fazer nossa parte: acreditar sempre, não ficar esperando, ter atitude! Maximize-se! :)

terça-feira, 7 de abril de 2009

Este título do Blog

Definir o nome deste Blog não foi fácil! Queria só Miscelânea e pronto! Não estava disponível pelo Blogger...tentei Miscelâneas, tb indisponível! A palavra Miscelânea ganhou grande significado para mim depois que li o livro 'A Nova Desordem Digital' de David Weinberger (2007), aliás leitura obrigatória para o profissional da comunicação antenado com as transformações da sociedade da informação e do conhecimento.

O David explica que a organização atual das coisas ao nosso redor e das informações como um todo é uma verdadeira Miscelânea, um tipo de desorganização organizada, de maneira que cada indivíduo se entende e se comunica do jeito que acha mais adequado, sem necessariamente seguir padrões de ordem ou normas, algo assim...

E para chegar ao título desta página, antes de tudo pensei sobre o porque do Blog: Quero uma página para dividir com meus amigos, ex-alunos e internautas minhas experiências com o jornalismo, com o telejornalismo e minhas novas vivências aqui no Mestrado em TV Digital em Bauru - SP. Então precisava de um título que de cara informasse que aqui estarão os assuntos mais variados, desordenados numa ordem própria e focados de alguma forma no meu objeto maior de reflexão e estudo: a mídia.

Foi então que tentei Miscelânea Midiática. Pronto! Agora sim, senti que esse nome estava no caminho certo, tinha sentido e me senti confortável com ele! Pronto, o Blogger informou que está disponível! Este é meu Blog novo! Miscelânea Midiática!

Até breve! :)

sábado, 4 de abril de 2009

Pedra fundamental

Olá! Há mto tempo planejo voltar ao mundo blogueiro. Já tive um blog chamado 'Flor do Dia' que funcionava como um diário virtual mesmo, estava no início da facul. de jornalismo e usei e abusei de posts e imagens... Dps embarquei no 'Caneta Virtual', já profissional de comunicação, dividi com os internautas coisas do meu dia-a-dia, assim como artigos, comentários sobre telejornalismo e notícias de Natal, onde eu morava naquele tempo. 

Agora, desde o início de 2009 venho pensando como voltar a blogosfera! Como resgatar o gosto pela escrita informal diária e por dividir com vcs internautas meus apontamentos sobre os mais variados assuntos, mas sobretudo para compartilhar a experiência de estar cursando mestrado numa cidade nova, e cujo conteúdo também é desafiador. 

A TV Digital é um dos campos de estudos mais recentes da comunicação brasileira. Por isso, este post representa a pedra fundamental de um projeto de longo prazo: a princípio, meu propósito é utilizar o blog 'Miscelânea Midiática' para divulgar informações sobre o que tenho estudado e refletido ao longo do Mestrado em Televisão Digital da UNESP, aqui em Bauru, SP.

Como Jornalista, Professora de Telejornalismo e Mestranda em Televisão Digital, quero aproveitar esse espaço para dividir questionamentos e experiências dessa profissão árdua que requer responsabilidade, dedicação e paixão! Conto com os amigos para leituras e comentários!